A aula sobre a DOC de Jerez chamou muito minha atenção pelo método elaborado de produção desses vinhos, em uma região tão quente e com solo tão característico. A uva Pedro Ximenez (PX) também chamou minha atenção pelo nome e pela lenda, de que o nome derivaria de um alemão chamado Peter Siemen, que a trouxe para a região. Recentemente tive a oportunidade de comprar no duty-free de Madrid um vinho doce feito com essa uva passificada. Comprei mais para aprender mais sobre os sabores dessa regiao. O vinho é do produtor Gonzales Byasse não custou muito, cerca de 8 euros. Ele pode ser visto na foto abaixo.
A cor é muito escura, quase preta e está de acordo com a descrição do vinho. O aroma me surpreendeu, pois para mim se sobressaiu apenas o caramelo, com um tom forte de melado ou garapa de cana de açucar. Na boca se mostrou muito doce, mas com sabor um pouco melhor do que o aroma indicava.
domingo, 12 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Vinhos na China
No meu passeio pela China observei o que havia de vinhos. Nas cidades em que fui, como Beijing, Guilin e Shangai, havia sempre pequenas lojas de comida, que podem ser considerados pequenos supermercados ou lojas de conveniência. Sempre havia algumas garrafas de vinho chineses para vender das marcas Great Wall, Dynasty e Changyu. Chamou a atenção o fato de que as garrafas ficavam expostas à temperatura ambiente, que no verão estava acima de 35o.Vi alguns vinhos das messmas marcas também em cartas de restaurantes. Todos eles apareciam em diferentes formas e preços, indicando diferentes uvas e qualidade.Os rótulos são parciamente escritos em inglês e o contra-rótulo é todo em Chinês. Os preços variavam de pouco menos de 20 reais (50 yuans) pelo Dynasty mais simples, até 60 reais (180 yuans). Em alguns lugares vi vinhos da Great Wall sendo oferecidos por 400 yuans.
Como se pode ver nas fotos abaixo, geralmente não há indicação de safra, o teor alcólico é geralmente baixo 11.5o a 12.5o e nem sempre a uva é mencionada. Num dos vinhos, menciona-se apenas Cabernet e um certo tipo de vinho Changyu indica o ano de 1999 na garrafa, mas nao consegui entender se esse ano se referia à safra, pois seria certamente um vinho defeituoso com esssa idade e armazenado nessa temperatura por tantos anos.
No passeio de barco pelo rio Li, a partir da cidade de Guilin, duas garçonetes sairam com uma garrafa enorme vendendo doses de um suposto "Snake Wine". A garrafa continha vinho branco e uma cobra dentro. Não provei. Vi também uma garrafa desse tipo em um dos restarantes em que almocei, em ShangHai. A foto está acima.
Depois de muito observar resolvi experimentar um dos vinhos e comprei um Changiy em uma dessas lojas de comida que tinha ar condicicionado (talvez 25o.C) e ficava próxima ao meu hotel. Era um Changyu, com 12o.,Cabernet Franc e sen indicação de safra que aparece nas fotos abaixo. Deixei resfriar um pouco na temperatura do quarto, que estava a 21o. Ao abrir, o vinho se mostrou límpido e com um aroma pouco intenso de frutas vermelhas. A cor era rubi e já mostrava um pouco de evolução, não formou lágrimas, mas o copo era o que se encontrava no quarto. Na pouca mostrou estar diluído, sem persistência do sabor na boca. Como esperado, já estava em estágio avançado de oxidação, com o sabor característico e um certo amargor. Voltei a analisar o aroma e notei a oxidação, mas ela aparecia de forma muito discreta. Minha conclusão é que não se tratava de vinho recomendado para consumo e descartei o restante.
Na saída da China, do duty-free de Beijing comprei um vinho por 132 yuans (44 reais) produzido por uma empresa francesa na China. Quando abrir a garrafa registrarei minha análise.
Como se pode ver nas fotos abaixo, geralmente não há indicação de safra, o teor alcólico é geralmente baixo 11.5o a 12.5o e nem sempre a uva é mencionada. Num dos vinhos, menciona-se apenas Cabernet e um certo tipo de vinho Changyu indica o ano de 1999 na garrafa, mas nao consegui entender se esse ano se referia à safra, pois seria certamente um vinho defeituoso com esssa idade e armazenado nessa temperatura por tantos anos.
No passeio de barco pelo rio Li, a partir da cidade de Guilin, duas garçonetes sairam com uma garrafa enorme vendendo doses de um suposto "Snake Wine". A garrafa continha vinho branco e uma cobra dentro. Não provei. Vi também uma garrafa desse tipo em um dos restarantes em que almocei, em ShangHai. A foto está acima.
Depois de muito observar resolvi experimentar um dos vinhos e comprei um Changiy em uma dessas lojas de comida que tinha ar condicicionado (talvez 25o.C) e ficava próxima ao meu hotel. Era um Changyu, com 12o.,Cabernet Franc e sen indicação de safra que aparece nas fotos abaixo. Deixei resfriar um pouco na temperatura do quarto, que estava a 21o. Ao abrir, o vinho se mostrou límpido e com um aroma pouco intenso de frutas vermelhas. A cor era rubi e já mostrava um pouco de evolução, não formou lágrimas, mas o copo era o que se encontrava no quarto. Na pouca mostrou estar diluído, sem persistência do sabor na boca. Como esperado, já estava em estágio avançado de oxidação, com o sabor característico e um certo amargor. Voltei a analisar o aroma e notei a oxidação, mas ela aparecia de forma muito discreta. Minha conclusão é que não se tratava de vinho recomendado para consumo e descartei o restante.
Na saída da China, do duty-free de Beijing comprei um vinho por 132 yuans (44 reais) produzido por uma empresa francesa na China. Quando abrir a garrafa registrarei minha análise.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Tomando um vinho na Tailândia
Estava no restaurante de um resort em Phi Phi, na Tailândia e decidi tomar um vinho no jantar. A carta possuia poucos vinhos com predominância de Chilenos e Australianos e alguns poucos europeus, com equilíbrio na quantidade de brancos e vermelhos. De fato, os brancos combinam melhor com a comida típica local. Mas eu pedi massa e um vermelho, um chileno simples.
O vinho foi servido na temperatura ambiente, que naquele momento, mesmo em frente ao mar e à noite, beirava 30o. C. Durante o dia ele certamente ficou sob uma temperatura que deve ter chegado próximo de 40oC. Foi interessante ler no contra-rótulo um recado do importador informando que o vinho for "shipped and stored" a 15oC! O vinho era um merlot 2010 da MontGras, vínicola do Vale Central, com 13% de álcool. O valor pago foi equivalente a 65 reais, provalmente um pouco mais caro do que seria o valor dele em um restaurante brasileiro.
A garrafa com tampa de alumínio indicava um vinho para consumo rápido. O aroma inicial eera predominamente vegetal, pimentão verde, com boa intensidade. O ambiente estava pouco iluminado e não foi possível uma análise visual mais detalhada. Na boca, mostrou corpo leve e final curto. A acidez um pouco exagerada. Em seguida pedi ao garçon para trazer um balde de gelo para esfriar um pouco a garrafa. Depois de 15min o vinho ficou mais agradável na boca, mostrando mais equilibrio e aroma um pouco diferente: um leve aroma de frutas vermelhas com muito menos aroma vegetal.
O vinho foi servido na temperatura ambiente, que naquele momento, mesmo em frente ao mar e à noite, beirava 30o. C. Durante o dia ele certamente ficou sob uma temperatura que deve ter chegado próximo de 40oC. Foi interessante ler no contra-rótulo um recado do importador informando que o vinho for "shipped and stored" a 15oC! O vinho era um merlot 2010 da MontGras, vínicola do Vale Central, com 13% de álcool. O valor pago foi equivalente a 65 reais, provalmente um pouco mais caro do que seria o valor dele em um restaurante brasileiro.
A garrafa com tampa de alumínio indicava um vinho para consumo rápido. O aroma inicial eera predominamente vegetal, pimentão verde, com boa intensidade. O ambiente estava pouco iluminado e não foi possível uma análise visual mais detalhada. Na boca, mostrou corpo leve e final curto. A acidez um pouco exagerada. Em seguida pedi ao garçon para trazer um balde de gelo para esfriar um pouco a garrafa. Depois de 15min o vinho ficou mais agradável na boca, mostrando mais equilibrio e aroma um pouco diferente: um leve aroma de frutas vermelhas com muito menos aroma vegetal.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Vinho na Tailândia
Mês de julho. Férias. Estive na Tailândia, que é muito quente nesse período de verão no hemisfério norte. No aeroporto de Chang Mai vi algumas garrafas de vinhos tailandeses à venda e, curioso, li e fotografei alguns rótulos. As fotos estão abaixo. Mais tarde, no hotel, consultei a web e descobri que há uma associação tailandesa de produtores de vinho. Detalhes em www.thaiwineassociation.com. As regiões produtoras estão próximas a Bangcoc (paralelo 14) e ficam próximas do mar, o que me pareceu inusitado, pois ao norte do país há uma região mais alta e um pouco mais fria (paraleos 18-20), que teoricamente poderiam produzir uvas mais adequadas para vinificação.
Nos restaurantes há poucas opções de vinho à venda, com predominância de brancos, a maioria proveniente da Austrália e do Chile. Comprei uma garrafa de um produtor tailandês em uma loja de vinhos em um centro de compras da cidade de Puket que funciona como um "wine bar" (tem loja e serve comida) e trouxe para o Brasil. Quando abri-la registrarei minhas impressões.

Nos restaurantes há poucas opções de vinho à venda, com predominância de brancos, a maioria proveniente da Austrália e do Chile. Comprei uma garrafa de um produtor tailandês em uma loja de vinhos em um centro de compras da cidade de Puket que funciona como um "wine bar" (tem loja e serve comida) e trouxe para o Brasil. Quando abri-la registrarei minhas impressões.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Crane Lake Zinfandel 2008
Em março de 2012 eu estive em São José do Rio Preto, SP, e visitei a loja de importados do Makro,
que tem uma boa lista de produtos e vende vários vinhos interessantes, alguns
provenientes de importação própria. Até por curiosidade, eu comprei uma garrafa
de vinho da uva Zinfandel, que não é comumente encontrada no Brasil e é um
vinho caro. Paguei 48 reais e se comprar
três garrafas sai por cerca de 45. O vinho é importado pela Wine Experience e
em outras lojas e posts o preço mencionado é 55-60.
A Crane Lake é uma das muitas marcas da Bronco Wine Company,
da California, uma dos maiores produtores de vinho dos Estados Unidos. De um
modo geral, trata-se de uma empresa controvertida, que já foi processada pela
justiça norte-americana por fraudar as leis de D.O.C. rotulando vinhos como
sendo de uma região e usando uvas de outras regiões. Veja detalhes em http://en.wikipedia.org/wiki/Bronco_Wine_Company.
É conhecida por produzir um dos vinhos mais populares daquele país, com a marca
“Charles Shaw”, que é vendido por dois dólares nas lojas de conveniência Trader’s
Joe. Mas de um modo geral a percepção parece ser a de que vende vinhos por um
preço inferior à qualidade percebida pelos clientes. Por isso tudo achei que
tinha feito um péssimo negócio.
Hoje eu e minha esposa abrimos essa garrafa e tomamos junto
com um queijo suave. O vinho é da safra de 2008 e tem 12,5% de álcool. O local
de produção é Sonoma. 75% é Zinfandel e
o restante é uma mistura de outros vinhos tintos não mencionados no
rótulo. De um modo geral minha esposa
gostou do vinho, porque é macio e tem um sabor e aroma um pouco adocicado,
típica dessa uva. Parece ter passado por pequeno estágio em madeira, mas isso
não é muito perceptível. O aroma é de frutas vermelhas. Para mim destacou-se
mais o aroma de cereja. A cor não é
muito intensa e as lágrimas são finas. O halo já estava bem pronunciado. O
sabor era um pouco picante, sem ser desagradável, com corpo leve a médio. Os
taninos estavam maduros e de um modo geral o vinho estava bem equilibrado e
macio, com persistência na boca de baixa para média. De um modo geral, achei que se trata de um
vinho correto, mas o preço está um pouco puxado. Nos Estados Unidos penso que é
um vinho com custo bem acessível.
Pesquisei a web novamente e encontrei um vídeo em que o
sommelier fala bem desse vinho, mas sem muito entusiasmo, mas ele prova uma
garrafa da safra de 2006 (http://www.youtube.com/watch?v=Mv9PxcEOAGc).
Essa safra foi premiada em uma feira nos Estados Unidos. Em uma degustação às
cegas em Ribeirão preto, esse vinho ficou em 5º. lugar na preferência dos
degustadores. Compardo com o Zinfandel da Gallo que eu comentei em fevereiro, ficaria com o da Gallo, que tem um sabor muito mais intenso.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A primeira garrafa devolvida nunca se esquece
Há poucos dias estive em um hotel do tipo resort na região de Campinas, para uma reunião de trabalho. O hotel é muito luxuoso e as diárias são caras. O hotel mantém uma boa carta de vinhos e, como tudomais, cobra caro por eles, algo entre 2,5 a 3 vezes o preço normal de loja ou do importador. No segundo dia foi servido um jantar para os presentes e no fim eu e alguns colegas ficamos conversando e, como sempre nessas ocasiões, resolvemos experimentar alguns vinhos. Isso levou a uma análise detalhada da carta de vinhos para tentar encontrar vinhos com um bom custo-benefício. O primeiro vinho tomado foi uma argentino básico da Rutini. O segundo foi um espanhol, que a dizia ser de Castilla y León e que na realidade era de Rioja. No processo de escolha desses vinhos, pedimos alguns que não estavam disponíveis e outros que só estavam em safra mais recentes.
Conosco estava um colega alemão, que queria experimentar um vinho Brasileiro. Pedimos um vinho com valor de cerca de 70 reais de vinícola conhecida de Bento Gonçalves safra de 2008 ou 2009. Eu fiz a prova e ao colocar na boca percebi que o saber estava estranho, com gosto oxidado. Depois analisei melhor a cor e vi que estava mais escura que o normal, pendendo para um marrom escuro. Percebi logo em seguida o cheiro de vermute. Passei o copo para o alemão, que também provou e não gostou. Ele olhou a rolha e vimos que o vinho havia se infiltrado uns 0.8 mm nela. Ela era composta de aglomerado de cortiça e um disco de cortiça integral com 0.5mm de altura na ponta que ficava dentro da garrafa. Resolvemos então devolver a garrafa.
O garçom era bem jovem e ficou atrapalhado, sem entender o que estava acontecendo. Nós explicamos para ele que o vinho estava com defeito e que não iríamos consumi-lo. Ele retornou com a garrafa e vimos que falou com outros colegas e eles todos cheiraram e provaram o fim. Depois de algum tempo eles chegaram à conclusão que estávamos certo e o jovem voltou par anos oferecer outra garrafa. Eu fiz um curso sobre vinhos recentemente e havia tido lições teóricas sobre os tipos de defeitos dos vinhos, mas nunca havia me deparado com uma garrafa defeituosa em um estabelecimento de consumo e naquele hotel luxuoso, foi preciso muita convicção para devolver o vinho. Não sei a razão do defeito, se causado pela rolha ou por má conservação. Mas saí com a impressão de que o hotel deveria cuidar e manter melhor sua carta de vinhos, considerando o nível de seus clientes e os preços cobrados.
Conosco estava um colega alemão, que queria experimentar um vinho Brasileiro. Pedimos um vinho com valor de cerca de 70 reais de vinícola conhecida de Bento Gonçalves safra de 2008 ou 2009. Eu fiz a prova e ao colocar na boca percebi que o saber estava estranho, com gosto oxidado. Depois analisei melhor a cor e vi que estava mais escura que o normal, pendendo para um marrom escuro. Percebi logo em seguida o cheiro de vermute. Passei o copo para o alemão, que também provou e não gostou. Ele olhou a rolha e vimos que o vinho havia se infiltrado uns 0.8 mm nela. Ela era composta de aglomerado de cortiça e um disco de cortiça integral com 0.5mm de altura na ponta que ficava dentro da garrafa. Resolvemos então devolver a garrafa.
O garçom era bem jovem e ficou atrapalhado, sem entender o que estava acontecendo. Nós explicamos para ele que o vinho estava com defeito e que não iríamos consumi-lo. Ele retornou com a garrafa e vimos que falou com outros colegas e eles todos cheiraram e provaram o fim. Depois de algum tempo eles chegaram à conclusão que estávamos certo e o jovem voltou par anos oferecer outra garrafa. Eu fiz um curso sobre vinhos recentemente e havia tido lições teóricas sobre os tipos de defeitos dos vinhos, mas nunca havia me deparado com uma garrafa defeituosa em um estabelecimento de consumo e naquele hotel luxuoso, foi preciso muita convicção para devolver o vinho. Não sei a razão do defeito, se causado pela rolha ou por má conservação. Mas saí com a impressão de que o hotel deveria cuidar e manter melhor sua carta de vinhos, considerando o nível de seus clientes e os preços cobrados.
domingo, 3 de junho de 2012
Rutini CS e Malbec
No mês passado eu almocei com alguns amigos e colegas no restaurante Guimas, na Gávea, RJ. O prato escolhido, recomendado por um dos presentes que é frequentador assíduo, foi o Filé do Bêbado, com molho de champignon, vinho tinto, bacon, cebola calabresa e batata gratinada. Estava muito bom.
Para acompanhar pedimos um vinho tinto Rutini 2009, um corte de cabernet sauvignon e malbec.Todos à mesa gostaram muito do vinho. O que chamou a atenção foi principalmente o seu equíbrio e maciez, de taninos maduros. Além disso, tem boa intensidade na boca, com corpo médio. O aroma também é agradável, de frutas vermelhas. Combinou muito bem com o prato pedido.
O preço pago foi de 92 reais. No outro dia, em casa, eu pesquisei na Web e descobri que é vendido pela Zahil, por cerca de 60-70 reais. Havia uma promoção de três garrafas por 55,50 cada na própria importadora e eu comprei para verificar se com outras garrafas a minha avaliação positiva se mantinha. Ainda não bebi. O preço pago no restaurante foi bem razoável, comparado com o preço da importadora.
Para acompanhar pedimos um vinho tinto Rutini 2009, um corte de cabernet sauvignon e malbec.Todos à mesa gostaram muito do vinho. O que chamou a atenção foi principalmente o seu equíbrio e maciez, de taninos maduros. Além disso, tem boa intensidade na boca, com corpo médio. O aroma também é agradável, de frutas vermelhas. Combinou muito bem com o prato pedido.
O preço pago foi de 92 reais. No outro dia, em casa, eu pesquisei na Web e descobri que é vendido pela Zahil, por cerca de 60-70 reais. Havia uma promoção de três garrafas por 55,50 cada na própria importadora e eu comprei para verificar se com outras garrafas a minha avaliação positiva se mantinha. Ainda não bebi. O preço pago no restaurante foi bem razoável, comparado com o preço da importadora.
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